Sinopse

Ennio Morricone, o Bethoven de nossa era, encerrou recentemente sua passagem pela vida. Mas não sem deixar um legado artístico riquíssimo e inigualável, que marcou a vida das pessoas em diversos filmes como Kill Bill, Django Livre, Os Intocáveis e tantos outros.

Serão apresentadas as maiores canções compostas por este grande compositor em grande apresentação da Orquestra Laetare, regida pela Maestrina Muriel Waldman.

Sobre Ennio Morricone

Compositor, arranjador e Maestro nascido em Roma, capital da Itália em 1928, tem no

currículo de composição e arranjo mais de 500 filmes e programas de televisão. Morricone aprendeu ainda pequeno a ler partituras e tocar vários instrumentos. Se apaixonou pela sonoridade do trompete e a acabou entrando para a Academia Nacional de Santa Cecília, onde foi aluno de Umberto Semproni. Em 1946 o músico se formou em trompete e continuou com os trabalhos de composição e arranjos nos temas clássicos.

 

Ennio Morricone estreou nas trilhas de cinema no filme Morte de un Amico, do diretor italiano Franco Rossi, em 1959. Anteriormente, sob os pseudônimos Dan Savio e Leo Nichols, Morricone atuou em trilhas para TV.

 

Fã confesso da obra de Ennio Morricone, o diretor Quentin Tarantino já usou músicas do maestro em vários filmes. Nos dois volumes de Kill Bill e em Death Proof (À Prova de Morte), há vários fragmentos das trilhas que Morricone criou para os filmes The Bird with the Crystal Plumage (O Pássaro das Plumas de Cristal), For a Few Dollars More (Por Uns Dólares a Mais) e The Good, the Bad and the Ugly (Três Homens em Conflito).

 

Em 2010, com Inglourious Basterds (Bastardos Inglórios), Morricone assinou uma trilha inédita para Tarantino.  Dois anos depois, o maestro escreveu a música Ancora Qui, interpretada pela cantora italiana Elisa, para a trilha de Django Unchained (Django Livre).

 

Em 2016, Ennio Morricone assinou a trilha de The Hateful Eight (Os Oito Odiados) e, finalmente, foi agraciado com o Oscar de Melhor Trilha Sonora.

 

Orquestra de Cordas Laetare

A Orquestra é constituída por 27 músicos (violinistas, violistas, violoncelistas e contrabaixistas)  e foi formada em  março de 2007 para realizar um Projeto de Ação Cultural da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, denominado “Quem Tem Medo da Música Clássica?”.

 

Este projeto permitiu levar concertos comentados para as escolas, principalmente as públicas, objetivando familiarizar e desmistificar a música clássica entre os jovens.

 

Ao completar a atividade em 2007, os membros da Orquestra, entusiasmados com o resultado e com a atmosfera de trabalho rigoroso e ao mesmo tempo bem  humorado que se criou, decidiram  continuar a ensaiar juntos, e este grupo passou a se chamar: “Orquestra de Cordas Laetare” (como se sabe, este nome significa “alegrar” e também “se alegrar”).

 

Com isto, ela é hoje um grupo de profissionais de várias idades, mas em sua maioria jovens, e ganha lugar de destaque entre as formações camerísticas paulistas de qualidade. Para não comprometer o alto nível já obtido, é feito um rigoroso exame para admitir novos músicos na Orquestra e o que caracteriza os integrantes é o prazer de se deparar com novos desafios. Por outro lado, o entusiasmo e a alegria estão sempre presentes nos ensaios e nas apresentações, o que favorece a comunicação com o público e a busca de novos empreendimentos e de metas

ambiciosas.

 

Sobre a Maestrina

Muriel Waldman é atualmente regente e diretora artística da Orquestra de Cordas Laetare e do Coral Vox Jubili.

Graduou-se em Física pela Universidade de São Paulo e, posteriormente, o seu amor pela música a fez graduar-se pela Faculdade Santa Marcelina de Música. Obteve o título de Mestre em Musicologia e Práticas Interpretativas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Estudou regência com Roberto Farias, Eleazar de Carvalho e Lutero Rodrigues.

Fez curso de Análise e Regência na Internationale Bach Akademie de Stuttgart (Alemanha), onde trabalhou com o célebre Maestro Helmuth Rilling. Dirigiu, como regente convidada, a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, a Orquestra de Câmara Paulista, a Orquestra Filarmonia, como também diversos grupos e orquestras de festivais, tais como de Tatuí, Curitiba, Juiz de Fora e Itú.

 

Ficha Técnica

Maestrina:

Muriel Waldman

Violinos I:

Amauri Lopes Santos

Ana Laura Dominicci

Ana Maria Cavalheiro Campos

Caio Fábio Machado Maia da Silva

Caio Paiva dos Santos

Danielle Gregório Balogh

Eryck Giacon

Isabela Paulino Menendes

Karin Cristina Yuri Higa

Wendy Runa Yamanaka

 

Violinos II:

David Manuel Silva Brasil

Haim Fridman

Ivan Paula Santos Machado Dantas

Jonathan Soares do Nascimento

Neemias de Oliveira

Thaise Maracaipe Lopes

Vitória Lopes Martinez Canário

Violas:

Dimas Neves Venâncio da Silva

Igor Vinicius Borges

Jennifer Cardoso Souza Santos

Monik Regina da Silva Freitas

Raquel Viner

Rodrigo Marin Ferreira

Sebastian Ruiz Jaque

Violoncelos:

Davi Castro de Lima Marconi

Jeanne Catherine Wecker

José Carlos Mendoza Oropeza

Karen Hapuque Rodriguez Alves de Souza

Kimayr Rodrigues dos Santos

Tiago Alberto Imbiriba Tavares

Contrabaixos

Andrés Felipe Mosquera Bucheli

Ricardo Karelisky Deho

 

Pessoal de apoio: Marilene Sterza, Joenilton Almeida Tanan

 

Repertório

Música Filme
The Ecstasy of Gold The Good, the bad and the ugly
The Man with the Harmonica The Good, the bad and the ugly
Principal Theme Love Affair
Gabriel’s Oboe The Mission
E più ti penso Era uma vez na América
Tema principal Cinema Paradiso
Era uma vez no Oeste Era uma vez no Oeste
Death Teme Os intocáveis
L ARENA Kill Bill vol 2
Un Momento Django Livre
L’Ultima Diligenza di Red Rock Os Oito odiados

 

EM BREVE